VI
Abends schweben blutige Linnen,
Wolken über stummen Wäldern,
Die gehüllt in schwarze Linnen.
Spatzen lärmen auf den Feldern.
Und sie liegt ganz weiß im Dunkel.
Unterm Dach verhaucht ein Girren.
Wie ein Aas in Busch und Dunkel
Fliegen ihren Mund umschwirren.
Traumhauft klingt im braunem Weiler
Nach ein Klang von Tanz und Geigen,
Schwebt ihr Antlitz durch den Weiler,
Weht ihr Haar in kahlen Zweigen.
VI
Pairam à noite ensanguentados panos,
Nuvens sobre bosques em silêncio
Envoltos em escuros panos.
Pardais fazem nos campos alvoroço.
'Stá deitada toda branca na escuridão.
Sob o telhado há a ideia de um arrulhar.
São como um cadáver no espinhal e escuridão
Tantas moscas em volta da boca a zoar.
Como um sonho, ouve-se da castanha aldeia
Um som de dança e violinos,
Paira sua face através da aldeia,
Seu cabelo flutua em desfolhados ramos.
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