Certamente a literatura e a arte vivem apenas de sonho. Bibliotecas e construções inteiras cheias de forma, todas para o sonho, o bel prazer da vida. Mas existente nas nossas vidas, tocável, tateável, mesmo que com os olhos.
Pensei em postar mais um poema do meu livro, mas hoje o dia é do sonho. Nada de fazer propaganda sobre o meu livro. Apenas uma coisa: viver, continuar, recomeçar.
Perde-se algo no percorrer da vida, perde-se também outras coisas na expressão, na arte. Vida ou arte, amor ou profissão? Isso me lembra um conto de minha autoria: O amor irreverente. Eis o link para leitura.
Se você entorna de virada ou saboreia aos poucos, a escolha é sua.
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