Este é o poema da coisa por si só,
Da coisa deste poema, que sem este
Só seria só, tão só e ignorada,
Que nem seria.
Mas tinha este poema,
O poema da coisa por si só,
Então valia à pena ser,
Só pela aventura e a cena que se cria.
Ora, assim como uma nuvem existe de
Brancura, existe o poema da coisa só
Só de sua alvura entretente, irrepelente.
Assim sendo, vai-se
Pouco a pouco sendo
E aí já era
E todo mundo estava à parte.
Pois assim mesmo, a esmo,
É o poema da coisa por si só:
Só é assim e pronto,
Não preciso explicar.
E ponto.
(Versão nova de um poema que se encontra no meu livro Inocência)
29 de junho de 2011
8 de junho de 2011
O livro
Era uma noite de sexta-feira, uma noite de dia. Uma noite, porque foi como Natal para mim. Embora o calendário marcasse o dia 25 de março. Era o dia do lançamento de meu livro Inocência. Foi assim.
Saí pela porta do quarto que um amigo ofereceu para nossa, minha e de minha namorada, estadia de 6 dias. Havíamos chegado dia 21 de Florianópolis, com a ajuda de um amigo que nos levou ao aeroporto, depois de termos chegado de ônibus do interior daquele belo estado.
Faltavam duas horas para o lançamento. Chamei um táxi, mas o serviço de táxi do primeiro número disse que ligaria 10 minutos antes da hora marcada a fim de confirmar o serviço. Achei incomum, os táxis da Alemanha chegam no lugar marcado e na hora marcada, muitas vezes com cinco minutos de adiantamento. Liguei para outro serviço de táxi e um Senhor atendeu como que saído de sua siesta da tarde dizendo "han". Questionado se ele era o táxi, ele respondeu que era de outro serviço.
Dez minutos antes, como esperado, nada aconteceu: o primeiro serviço não ligou e eu, pronto para o lançamento, me joguei pelas ruas da Glória, com minha namorada a tiracolo. Ela que já tinha ficado à espera do táxi no saguão.
Na correria esqueci de filmar a noite. Coisas de quem leva e prepara tudo, embala o presente, mas esquece de tirar a foto na hora da entrega.
Inocência, o livro, feito com uma elaboração e diagramação de bom gosto é um livro pequeno, cabe no bolso da jaqueta. E você pode comprá-lo no site da Editora Multifoco.
Saí pela porta do quarto que um amigo ofereceu para nossa, minha e de minha namorada, estadia de 6 dias. Havíamos chegado dia 21 de Florianópolis, com a ajuda de um amigo que nos levou ao aeroporto, depois de termos chegado de ônibus do interior daquele belo estado.
Faltavam duas horas para o lançamento. Chamei um táxi, mas o serviço de táxi do primeiro número disse que ligaria 10 minutos antes da hora marcada a fim de confirmar o serviço. Achei incomum, os táxis da Alemanha chegam no lugar marcado e na hora marcada, muitas vezes com cinco minutos de adiantamento. Liguei para outro serviço de táxi e um Senhor atendeu como que saído de sua siesta da tarde dizendo "han". Questionado se ele era o táxi, ele respondeu que era de outro serviço.
Dez minutos antes, como esperado, nada aconteceu: o primeiro serviço não ligou e eu, pronto para o lançamento, me joguei pelas ruas da Glória, com minha namorada a tiracolo. Ela que já tinha ficado à espera do táxi no saguão.
Na correria esqueci de filmar a noite. Coisas de quem leva e prepara tudo, embala o presente, mas esquece de tirar a foto na hora da entrega.
Inocência, o livro, feito com uma elaboração e diagramação de bom gosto é um livro pequeno, cabe no bolso da jaqueta. E você pode comprá-lo no site da Editora Multifoco.
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