20 de setembro de 2010

Não sei

Não sei da nossa.
Verdade!
Não sei da nossa verdade.
Vamos limpar o tabuleiro,
venha mais vento, mais chuva, mais sol,
mais você, e eu não tenha-me esquecido,
ou talvez até sim, por que não?
Ah, será que esquecerei?
Esqueça-me agora, adoeci, meu corpo-carne,
meu ser ou não ser não sendo sempre
outros, e de quem eu precisava, acabei de sair
da distância, do imerso, entrei em outra,
no verso

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