28 de fevereiro de 2012

lerei poemas

lerei poemas da cabeceira da Europa / em Lisboa há ventos que vão à toa, / quem sabe / não terei cabeça ou a perderei de vez / ao fisgar atento da tensão do Tejo amarelo negro / como o índio que avista o pernoitar do boto

1 de fevereiro de 2012

Ia

Ia de pauta em pauta
Espaçado compactuando cada verso
Até ouvir:
Patoás em sombras: errantes sons.
Invernos em papoulais.

Poema Ia e Foto de Udo Baingo (C) Direitos reservados



Berlim, 1° de fevereiro de 2012